” Um sopro de vida”!

Em "Um sopro de vida", Clarice faz metalinguaguem ao utilizar-se da escrita para explicar sua própria escrita, como escreve, por que escreve, como se sente ao escrever!

Apesar de seus textos intensos e profundos, com sentimentos, muitas vezes, melancólicos, nesse excerto nota-se o encantamento que a arte traz! Já pensei, diversas vezes, com meus botões, o quanto é irracional e desproporcional esse sentir, mas o fato é que afaga e traz essa plenitude, que Clarice parece ter chamado de felicidade!

Nesse sentido, parece-me, ainda, que é o mesmo sentir traduzido por Manoel de Barros quando ele disse "Poesia não é para compreender, mas para incorporar [...]

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